The power of Communities in the Digital Age

Drag queens, graffiti artists, weekend swimmers, musicians without a band, slackline practitioners, retrogamers.

Estes são alguns dos personagens da exposição “Somos”, que estava em cartaz no Instituto Tomie Ohtake (SP) em parceria com o Facebook. A exibição reuniu uma série de retratos belíssimos, feitos pelo fotógrafo Bob Wolfenson para a primeira campanha global do Facebook direcionada a seus consumidores.  Mas a pergunta que surge é: por que todas estas pessoas estão ali, ocupando duas salas deste importante espaço de arte e cultura da cidade de São Paulo?    

Porque, apesar de pertencerem a mundos completamente distintos, seja por suas origens, gêneros, etnias, preferências e interesses, há um elemento fundamental em comum a todos ali retratados: o pertencimento a uma comunidade, especificamente, as comunidades digitais.

Logo na entrada, o texto em um grande painel já nos ajuda a entender a experiência que os visitantes irão percorrer: “A necessidade de pertencer a uma coletividade é universal”. Necessidade que é cada vez mais fundamental no mundo contemporâneo, mesmo que os acelerados fluxos de informação, pessoas, mercadorias, etc. tornem pouco claras as fronteiras do pertencimento a uma comunidade específica. O que nos insere em um grupo, seja um traço de personalidade ou uma afinidade partilhada, vem ganhando novos contornos e  conotações. 

 … “Sob a lógica contemporânea, já calcada no mundo digital, a ideia de agrupar-se, dividir experiências e identificar-se supera limites geográficos e territoriais, conectando pessoas das mais distintas proveniências”… e ainda sobre a exposição, é possível compreender que a campanha ‘Somos mais juntos’ do Facebook, traz histórias de pessoas que criam vínculos a partir de seus interesses e experiências compartilhadas por meio de grupos dessa mídia social. Dessa forma, a plataforma torna-se um meio de extrema relevância ao possibilitar o elo entre diferentes pessoas, das mais diversas personalidades e pontos geográficos.

O que temos a oportunidade de conferir de perto nesta incrível exposição são histórias reais de pessoas de verdade, que se agrupam em comunidades utilizando a plataforma do Facebook como espaço de encontro. É neste ambiente virtual, sem fronteiras e de fácil acesso, que os mais diferentes perfis de usuários da rede social se reúnem por compartilharem algum tipo de interesse em comum: pode ser a paixão por um esporte ou time de coração, o ativismo em defesa de uma causa, o prazer de um hobby, ou a valorização de um estilo de vida. As comunidades são inúmeras e as mais diversas. Não há limites. Estima-se que no mundo mais de 400 milhões de pessoas fazem parte de algum Grupo no Facebook. São pessoas que, graças ao efeito disruptivo da internet, não apenas nos negócios mas sobretudo nas relações sociais, podem se conectar e interagir, não importa onde, quando ou quão exóticas ou singulares sejam suas ideias e interesses.

Além das fotos, a exposição também exibe um curta metragem que dá voz às pessoas retratadas nas comunidades virtuais. E é aí que tudo fica ainda mais rico e interessante, porque é possível ouvir, na perspectiva destes indivíduos, o real impacto e a relevância destes grupos em suas vidas. Surgem aspectos relacionados à riqueza das interações, que possibilitam compartilhar informações, dicas, conhecimento para manter-se frequentemente atualizado sobre o que lhes é de maior interesse. Também é um ambiente de expressão de identidade e de pertencimento, onde as pessoas formam uma rede de apoio e ganham representatividade, se sentindo encorajadas a serem o que são. 

E, à medida que em que as interações ocorrem, os vínculos ganham mais força e as pessoas realizam aquilo buscam para si e para a comunidade. É uma mola propulsora que, segundo eles, só aumenta “pois em nosso grupo nunca houve baixa.” 

Uma nova abordagem para as marcas e organizações no mundo digital

O que a campanha publicitária do Facebook e a exposição de suas imagens no Instituto Tomie Ohtake revelam é uma explícita e radical guinada no foco estratégico deste player dominante das mídias sociais. Se há alguns anos a visão do Facebook se apoiava em termos como “pessoas conectadas” e “poder de compartilhar”, hoje ela deixa claro o elemento central se sua estratégia: “dar às pessoas o poder de construir suas comunidades”. Apenas para se ter uma ideia, a palavra “comunidade” foi mencionada 23 vezes no discurso de Mark Zuckerberg  no encontro anual do Facebook, em 2017. 

THE Tree Intelligence team, empresa internacional de consultoria e tecnologia, é pioneira no mapeamento e desenvolvimento de redes humanas e já compreende, há pelo menos 10 anos, que no mundo complexo e hiperconectado em que vivemos, mapear comunidades, identificar seus principais integrantes e práticas, além de compreender as dinâmicas de suas relações é crucial para que empresas possam competir e se adaptar a este mundo completamente volátil. 

Por meio de uma abordagem única e exclusiva que denominamos “Community Centric Approach®”, a Tree Intelligence team desvenda Redes de “Pequeno Mundo”, capturando influenciadores e stakeholders mais relevantes sobre temas e questões que afetam fundamental e diretamente as estratégias e o futuro das organizações. 

Aplicando data science para coletar, processar e analisar dados brutos, dispersos e não estruturados on e off line, ciência de redes para identificar padrões de relacionamento e estruturas emergentes dos vínculos entre os influenciadores, e netnografia para capturar o contexto e significado das informações e discursos que fluem na rede, a equipe de analistas da Tree realiza um verdadeiro mergulho nestas comunidades para obter insights e compreender em profundidade o que se passa por ali. Quem lidera as discussões na Rede do Pequeno Mundo e têm poder para influenciar a indústria e o comportamento dos clientes/ consumidores? Como os temas são discutidos on line? Estes influenciadores estão alinhados ao propósito e aos valores da Marca, ou representam risco à sua reputação? 

Nossas análises dão suporte à tomada de decisões estratégicas, resultando nos seguintes outputs:    

  • Compreensão das principais tendências e como elas se traduzem em oportunidades ou riscos emergentes para uma organização, marca ou produto, 
  • Entendimento do alcance, ressonância e relevância dos principais influenciadores em suas comunidades digitais e como suas opiniões e percepções podem ser viralizadas na rede, para o bem ou para o mal das marcas. 
  • Conhecimento da linguagem nativa usada pelos influenciadores digitais em suas comunidades. Como eles se expressam, o que pode e o que não pode ser dito e de que forma. Como as marcas podem alinhar a sua linguagem para se aproximarem de forma genuína e orgânica a estas comunidades, sem serem acusadas de oportunismo ou superficialidade. 
  • Definição de personas que sintetizam a identidade e o perfil de integrantes das principais tribos/comunidades da rede, seus valores, crenças e comportamentos. 
  • Identificação de caminhos para conectar-se às comunidades digitais on e off line. 

Os temas com os quais trabalhamos são os mais distintos: comportamento, causas sociais, moda e estilo, meio ambiente, ingredientes controversos, novos hábitos consumo, inovação, diversidade étnica e de gênero, doenças e política. Nossa experiência confirma que não há restrições para aplicação de nossa abordagem.  

Para acesso às informações, navegação na rede mapeada e compartilhamento de insights, a Tree Intelligence desenvolveu o LivingNethos®, plataforma colaborativa em formato de SaaS (Software as a Service), hospedada na nuvem e que pode ser acessada a partir de qualquer dispositivo conectado à web (desktops, notebooks, tablets e celulares).

Diferentemente do que é oferecido por softwares de social tracking que, essencialmente focam em monitorar informações de indivíduos ou contas específicas, em um contexto cada vez maior de fechamento das API’s e consequente restrição à obtenção de dados das principais mídias sociais, afetando diretamente a qualidade e a confiabilidade dos indicadores apresentados, a Tree Intelligence foca em desvendar comunidades e compreender os padrões de relacionamento, níveis de influência e as narrativas alí presentes.  Ao invés de ser uma ferramenta que induz os gestores a agir de uma forma reativa, aliamos tecnologia e conhecimento multidisciplinar que permite aos gestores antecipar movimentos estratégicos, ocupar posições na rede e liderar o discurso em suas comunidades. 

Acreditamos que este é o futuro. Grandes marcas, líderes em seus segmentos, como Natura e Braskem já compreenderam a importância das comunidades para as suas estratégias competitivas. E nós, da Tree Intelligence, continuaremos a desenvolver tecnologia e conhecimento para apoiá-las na sua jornada de sucesso.  

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